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Conhecendo as Espécies

Sinningia leucotricha

11:52:00




Nome Científico: Sinningia leucotricha
Sinonímia: Rechsteineria leucotricha
Nomes Populares: Rainha-do-abismo, Siníngia
Família: Gesneriaceae
Categoria: Bulbosas, Flores
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: América do Sul, Brasil
Regas: Esparsas
Altura: 0.1 a 0.3 metros
Solo: Fértil e bem drenável
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Multiplicação: Mais facilmente através de sementes
Curiosidades: Suas belas flores de salmão ao avermelhado atraem beija-flores ao jardim










A Sinningia leucotricha pertencente a família botânica Gesneriaceae é uma planta herbácea, tuberosa, originária do Paraná no sul do Brasil que possui folhagem e flores muito ornamentais.
Conhecida popularmente como Rainha do abismo, a bela espécie apresenta raíz tuberosa principal que se desenvolve lentamente sem se dividir, com sua parte superior exposta acima do solo, de córtex acastanhado e rugoso, em formato arredondado, chegando a possuir nas plantas mais velhas até 30 cm de diâmetro.
Mais finas mas de grande importância para a planta, estão as raízes secundárias, que além de fixar a planta ainda são responsáveis por absorver água e nutrientes do solo. Elas são fundamentais já que esta espécie é originária de encostas íngremes, com poucos recursos e muitas vezes sujeitas à ação do tempo.
De sua raíz principal geralmente surge apenas um ereto ramo, com raras ramificações, com dois pares de folhas desenvolvidas e opostas, além de outras menores. Quando surge uma espécie com maior diâmetro, a planta emite múltiplos ramos, assemelhando-se ao caudex de algumas suculentas.
A Sinningia leucotricha possui ramos e folhas recobertos por uma longa, macia e densa pilosidade de aspecto lanoso e prateado que torna a planta muito ornamental. Suas belas flores tubulares surgem logo em seguida ao desenvolvimento dos ramos e folhas, suas cores variam de tom salmão ao avermelhado, razão que atrae diversos beija-flores para o ambiente.
Em climas que variam do temperado ao subtropicail, a Rainha do abismo perde seus ramos e folhas no Inverno que só rebrotam durante a Primavera, florescendo logo em seguida. Em clima mais quente,  permanece com suas folhas por até dois anos, para então rebrotar, não entrando em dormência.
É possível conseguir duas florações seguidas, cortando as hastes logo que a floração terminar, isso irá estimular o crescimento de novos ramos e consequentemente uma nova floração.

O cultivo da Rainha do abismo deve ser feito sob sol pleno ou meia sombra, em substrato fértil, bem drenável e irrigado em intervalos esparsos para que não haja encharcamentos. A planta quando cultivada em solo encharcado sofre com o aparecimento de doenças fúngicas e bacterianas. Devido às particularidades da espécie é possível utilizar-se de substratos próprios para suculentas.
Multiplica-se facilmente por sementes, que devem ser colocadas em substrato arenoso e úmido logo que forem colhidas. A propagação vegetativa desta espécie é ainda muito difícil, já que ela não emite brotos novos a partir das raízes e as estacas costumam ser difíceis de enraizar.











EPIPHYLLUM "ARGUS"

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